Malditos, menos ela
Maldita seja a amizade pura,
Com conselhos nobres,
Que só nos querem bem.
Já eu não me quero bem,
Quero o bem dela,
Ainda que ela não seja minha no meu querer.
Ainda que a sua existência dentro de mim machuque,
Escalando as minhas entranhas numa fútil tentativa de sair,
Quando a engulo de volta,
Sei que é ela, em mim, o único bálsamo.
Maldigo o bem que me querem,
Maldigo o caminho correto – Que assim me apresentam,
Maldigo a mim mesmo,
Mas jamais maldirei a ela.
Maldita seja a amizade pura,
Com conselhos nobres,
Que só nos querem bem.
Já eu não me quero bem,
Quero o bem dela,
Ainda que ela não seja minha no meu querer.
Ainda que a sua existência dentro de mim machuque,
Escalando as minhas entranhas numa fútil tentativa de sair,
Quando a engulo de volta,
Sei que é ela, em mim, o único bálsamo.
Maldigo o bem que me querem,
Maldigo o caminho correto – Que assim me apresentam,
Maldigo a mim mesmo,
Mas jamais maldirei a ela.
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